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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Uma obra de arte – XXVI

Resposta ao desafio da Ana

Noutro fim de semana voltaram a encontrar-se para uma visita a umas galerias de arte. Ângela fora convidada para ser presidente de uma empresa de renome e daí ter orçamento para decorar o seu gabinete.

Sempre adorara pintura e por isso as galerias eram locais óptimos para se gastar algum dinheiro em arte.

Percorreram uma série de estúdios com muitas quadros, porém nenhum deles a cativou pela excelência. De vez em quando dizia a Alcides em tom muito baixo enquanto alguém tentava explicar o contexto da pintura:

- Demasiado vulgar…

Depois partiam para outra. Já estavam prestes a desistir quando Alcides se lembrou de uma galeria de um amigo que trocara a faculdade pelo negócio de pintura. Foi uma festa o reencontro dos antigos colegas. Finalmente:

- Diz lá então ao que vens?

- Aqui a minha amiga pretende um quadro… como hei-de dizer… diferente.

- Venham aqui dentro…

Foi por fim nessa sala que Ângela descobriu a sua genuína obra de arte!

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