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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Uma discussão idiota – XXII

Resposta ao desafio da Ana

O encontro entre ambos foi algo quase bizarro. Para ambos!

Tantos anos em busca da outra metade e de um momento para o outro a vida, a divida providência ou o mero acaso colocara-os no mesmo trilho.

Ângela chegou cedo ao jardim onde haviam combinado se encontrar. Sentou-se num banco e pegou no livro que trazia e reiniciou a leitura.

Uma leve brisa soprava no cimo dos choupos e dos amieiros. A tarde principiava a cair quendo no instante seguinte alguém se sentou a seu lado com um ramo de flores. Assustada pelo repentismo de Alcides, deu um safanão no jovem engenheiro dizendo:

- Parvo… assustaste-me. Isso não é ser cavalheiro…

- Desculpe minha senhora, mas pensei que fosse mais rija de emoções – devolveu Alcides a sorrir.

- Parvo, idiota…

- A senhora está-me a ofender! E mais, esta parece-me uma discussão deveras idiota. Ainda por cima logo no dealbar do nosso primeiro encontro - continuou o outro a rir com gosto.

Ângela acabou por sorrir e aceitou o belo ramo de orquídeas que ele lhe oferecia!

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