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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Um prazer inenarrável – XXIII

Resposta ao desafio da Ana

Caía sobre a cidade o escuro manto da noite. Iniciara, entretanto, a soprar uma brisa fria e desconfortável. Alcides pegou no seu casaco e colocou-o sobre os ombros de Ângela que educadamente recusou:

- Obrigado Alcides, mas não necessito de casaco. Geralmente não sou friorenta.

- Isso é raro nas mulheres.

- Pois é… - concordou ela.

Levantaram-se do banco do velho jardim e principiaram a andar lado a lado. Caminhavam devagar. As luzes da cidade surgiam agora à sua passagem como se quisessem iluminar o caminho de ambos.

Foi ela que reparou:

- Que coisa estranha…

- Que foi? - Perguntou  ele.

- Conforme vamos andando as luzes vão-se acendendo.

- Olha pois é… que coisa tão engraçada – concordou Alcides para logo acrescentar:

- Queres ir jantar?

Ao que Ângela respondeu:

- Talvez mas mais daqui a pouco… porque é um prazer inenarrável ver este fenómeno!

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