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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Um ano!

Roubo-te uma gargalhada,

Um beijo terno,

Um sorriso matreiro.

 

Estendes-me os braços

Pequenos e débeis

Qual herói salvador.

 

Recebo-te encantado

Como prenda desejada,

Breve momento singular.

 

Doze meses, um ano,

Já tantas semanas.

E um amor tão fino.

 

Recortado esse amor

em linhas que fui fiando,

Vive hoje e sempre.

 

Pobre escriba é este

Que não sabe traduzir

O que o coração manda.

 

Um dia lerás ou não

Estes pedaços de luz

Que será minha e tua.

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