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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Um adormecer tranquilo – XXV

Resposta ao desafio da Ana

O passeio daquele Sábado fora muito longo. Após a visita à Fonte das Ratas em Alfama, ali bem perto do Terreiro do Trigo, subiram a Rua do Paraíso para embocarem no Largo de Santa Clara onde decorria a Feira da Ladra.

Continuaram a subir até à Graça, seguiram para Sapadores para depois descerem até à Almirante Reis. Nesta artéria subiram até à Alameda e daqui para a Manuel da Maia para depois apanharem a avenida António José de Almeida e logo à frente a Miguel Bombarda para culminarem no Jardim Gulbenkian.

Uma longa caminhada onde muito se falou. Alcides estava encantado e entre muita coisa que confessou a Ângela assumiu que gostara apenas de uma pessoa na vida.

Mas escusou-se a dizer o nome…

Almoçaram numa esplanada de um simpático café para depois continuarem a caminhar acompanhados de um ror de estórias.

Voltaram ao ponto de partida ao fim da tarde regressando cada um a casa.

Alcides deitou-se extremamente cansado, mas feliz.

Ângela quando descalçou os sapatos de ténis deu um longuíssimo suspiro de alívio.

Todavoa ambos se deitaram a horas semelhantes e adormeceram tranquilamente!

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