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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Dois anos!

O tempo esse guloso de vida

Somou mais um, um apenas

A um outro de alegria vivida,

De manhãs e tardes amenas.

 

Desfolharam-se longos dias

Em que foste dama e rainha.

Desembrulhaste alegrias,

A alma deixou de ser minha.

 

Dois anos de certezas e amor.

De risos e palavras perdidas

Dois anos de gargalhadas e calor

De ternuras jamais escondidas.

 

As tuas doces e quentes palavras

São mel, pérolas doces, macias.

Teus gritos são inocentes loucuras,

Que eu recebo como belas carícias.

 

Será tonto este amor, esta paixão

Por ti quando te pego e te sinto?

Será luz ou simplesmente ilusão

Estas palavras que ora te pinto?

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