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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Desafio das Cartas do Correio

Caríssimo leitor,

Esta missiva que ora se espraia é dirigida a ti. Verdade...

Todavia e em primeiro lugar espero que esta te vá encontrar confinado, mas não covidado (desculpa a brincadeira do trocadilho!) e de óptima saúde. Segundo lembrei-me de te escrever porque tu mereces-me todo o respeito e admiração.

Respeito porque alguém que se maça a vir a este blogie para ler uns textos que aqui vou depositando é alguém com coragem. Admiração porque simplesmente admiro os corajosos.

Há sempre uma questão que me fica a pairar nos lábios quando vou às estatísticas da plataforma SAPO e vejo umas dezenas de visitas e que é a seguinte: O que te leva, amigo leitor, a vir aqui ler e quantas vezes comentar?

Que o faças uma vez ainda admito e aceito. Mas regressares a este espaço parece uma atitude, quiçá, um tanto masoquista, não achas? Mas quem sou para te julgar...

Tenho consciência que uns textos até têm alguma graça, não no aspecto humorístico obviamente, mas tão-somente no seu conteúdo. Mas há outros que roçam alguma pobreza, diria quase franciscana.

Fica então a tal questão em aberto, para ti leitor que continuas teimosamente a vir aqui, e para a qual gostaria de uma resposta assertiva, mas acima de tudo sincera.

Termino com a assumpção de que não escrevo uma carta vai para muitos anos e só espero que esta chegue ao destino.

Sem mais subscrevo-me com votos de uma Santa Páscoa,

José

 

Resposta ao desafio proposto pela Célia do blogue Raios de Sol.

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