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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Azul claro!

Quantas enciclopédias de ler haverei,

Até descobrir um belo amor simples?

Quantas palavras terei de rabiscar,

Para que descubras quanto te amo?

 

Quantos trilhos me obrigo a percorrer

Até encontrar a sumíssima felicidade?

Quantas lágrimas deverei eu chorar

Para lavar a minha dor e alma sofrida?

 

Quanto Sol acharei no céu azul claro,

Até encontrar um telhado verdadeiro?

Em quantos frios e relentos dormirei

Até encontrar uma doce mão amiga?

 

Quantos dias faltarão para que eu parta,

Naquela viagem tão única sem retorno?

Enfim quanto do meu imo quererá saber

Se o fim anunciado é o fim mais perfeito?

 

Texto escrito no âmbito do desafio da "caixa de lápis de cor" da  Fátima,. Entram também a Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor,  a Gorduchita, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, a bii yue, e o João-Afonso Machado.

Entretanto a veneradíssima Marquesa de Marvila entrou neste desafio também com um curioso texto.

2 comentários

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    José da Xã 03.03.2021

    Ana

    Agradeço de coração a tua preocupação mas sou um homem bemclbresolvido com a vida.
    Por vezes para escrever estes textos imagino-me outra pessoa, com outros sentimentos.
    Quase à moda de Pessoa.
    Para a semana o texto será muito diferente.
    Obrigado de igual forma.
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