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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Amor cigano!

Gostaria ter um amor,

Daquele arrebatado,

Repleto de árduo calor

E ser enfim bem amado.

 

Porém o coração é traidor

Talvez melhor... cigano.

Há imensa paixão, ardor

Neste pedaço insano.

 

Quem sabe um saltimbanco

Fugindo quiçá a sete pés.

De quem o quer franco

E ele correndo lés a lés.

 

Quem manda, pobre de mim

Amar quem não devo.

Um amor é triste assim

Viver um sonho sem relevo.

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