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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.



Quarta-feira, 26.09.12

Ainda o Outono...

 

(Como prometi  José. Aqui fica com carinho e amizade.)

 

Nas nuvens, que a chuva prenunciam

e nos acessos de vento desmedidos

vê-se o alterar do tempo,

como em nós ele passa lento

e vai deixando sulcos na pele

regados por lágrimas, que como cinzel

nos modelam a face...

 

Nos lembram dos dias, que já passados

faltam menos para contar...

E isso, que importa?

Quando cá dentro, a idade, não conta

mas uma criança a pular,

de poça em poça, em pingos tão grossos,

sem ter medo de se molhar.

 

Nua, simples, ou atribulada

a vida que gostas, não dá trégua, ou escolha

terás que atrever-te, a viver

entre ventos que sopram, gotas que caem

raios de sol que te afrontam,

mas que te beijam também... Uma certeza terás.

Vais vencer. Porque tem de ser. Cada dia, que sem temer, à vida te dás. 

 

(Muito obrigado pela companhia e pelo ser humano bom que és)

 

Fátima soares/Verniz Negro

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por José da Xã às 12:36


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