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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.

Do baú... #2

Foram anos, semanas, dias,

Virados para o poente da vida

Onde noites bem quentes e frias

Criaram uma guerreira desta vida

 

Quantas lágrimas caíram...

Nessas mãos arrebatadoras!

Quantos gritos se calaram...

Entre vontades ameaçadoras

 

Ser poeta não é quem escreve

Mas aquele que nunca mente.

Pois o único amor que não trave

O desejo, a força e a paixão que sente.