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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.



Segunda-feira, 11.08.14

Poesia para um fim de tarde

Daqui deste alto, tão alto que quase toco as estrelas,

Vejo ao fundo a linha de horizonte, ténue

Onde pontos brancos tocam o céu.

Daqui deste alto, tão alto, que quase abraço a Lua,

Vejo almofadas brancas e singelas,

onde o sol por fim repousa.


Daqui deste alto, tão alto que quase me sinto voar

Vejo o condor em voos serenos e fatais,

Mirar a presa perfeita e ingénua.


Daqui deste alto, tão alto que quase agarro o vento,

Vejo o verde da planície recortada,

Alagar o vale de esperança primaveril.


Daqui deste alto, tão alto, há quem veja o mar,

Pode ser que sim…

Mas eu também não sei o que é o mar!

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por José da Xã às 23:37


3 comentários

De melguinha2 a 13.05.2015 às 15:38

Até admira uma pessoa não saber o que é o mar,eu penso que o mar deve ser muito perigoso,todos os anos morrem muitos pescadores em alto mar,não me puxa muito tentar andar de barco ou de navio,é uma coisa que me arrepia!!

De José da Xã a 14.05.2015 às 11:53

O mar é sempre perigoso. Mesmo quando se pensa que não!

De melguinha2 a 14.05.2015 às 12:00

Ya ya ya,tens toda a razão!!

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