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José da Xã

Escrever mesmo que a mão me doa.



Terça-feira, 29.07.14

21 dias na aldeia (8)

VII - Noite

 

Agora muda o tempo. Acabou o calor.

O dia foi tão quente quão ventosa é a noite!

E a noite escura e triste mete tanto temor,

Que a sair à rua, pouco há quem se afoite!

 

 

O vento sopra rijo. Vento frio, gelado,

Que mais frio é ainda, só porque vem do Norte.

E embora a noite assim, para alguns seja feia,

Para mim, triste, pobre desventurado,

Embora o vento sopre rijo, gelado e forte,

Ainda mais bela faz esta já bela aldeia!

 

Eu sou como Junquiero! Gosta da noite assim!

Luar! Estrêla! Vento, soprando a entrar em mim!

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por José da Xã às 19:50



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